Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César

Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César
É aqui onde eu me escondo do vento, me abrigo da chuva, invento canções pra passar o tempo e deixo a brisa me levar. Aqui eu conto histórias, revivo memórias, me espreguiço em lençóis antigos, carregados de saudade, escrevo poesia num papel de pão. Aqui eu fiz um canteiro com minhas flores preferidas, pendurei vasinhos verdes com ramas mais verdes ainda. Tem onze horas abertas, fumaça de café fresco e uma rede pra balançar. Aqui é o meu canto, meu mundo, meu remanso. Este é o meu lugar. -Eunice Ramos.

domingo, 8 de março de 2026

 


São Mateus, 15


33.Disseram-lhe os discípulos: “De que maneira procuraremos neste lugar deserto pão bastante para saciar tal multidão?”.

34.Pergunta-lhes Jesus: “Quantos pães tendes?”. “Sete, e alguns peixi­nhos” – responderam eles.

35.Mandou, então, a multidão assentar-se no chão,

36.tomou os sete pães e os peixes e abençoou-os. Depois os partiu e os deu aos discípulos, que os distribuí­ram à multidão.

37.Todos comeram e ficaram saciados, e, dos pedaços que restaram, encheram sete cestos.

38.Ora, os que se alimentaram foram quatro mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.

39.Jesus então despediu o povo, subiu para a barca e retornou à região de Magadã.

sábado, 7 de março de 2026

 



São Mateus, 15

23.  Jesus não lhe respondeu palavra alguma. Seus discípulos vieram a ele e lhe disseram com insistência: “Despede-a, ela nos persegue com seus gritos”.

24.Jesus respondeu-lhes: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”.*

25.Mas aquela mulher veio prostrar-se diante dele, dizendo: “Senhor, ajuda-me!”.

26.Jesus res­pondeu-lhe: “Não convém jogar aos cachorrinhos o pão dos filhos”.* –

27.“Certamente, Senhor, replicou-lhe ela; mas os cachorrinhos ao menos comem as migalhas que caem da mesa de seus donos...”.

28.Disse-lhe, então, Jesus: “Ó mulher, grande é tua fé! Seja-te feito como desejas”. E na mesma hora sua filha ficou curada.

29.Jesus saiu daquela região e voltou para perto do mar da Galileia. Subiu a uma colina e sentou-se ali.

30.Então numerosa multidão aproximou-se dele, trazendo consigo mudos, cegos, coxos, aleijados e muitos outros enfermos. Puseram-nos aos seus pés e ele os curou,

31.de sorte que o povo estava admirado ante o espetáculo dos mudos que falavam, daqueles aleijados curados, de coxos que andavam, dos cegos que viam; e glorificavam ao Deus de Israel.

32.Jesus, porém, reuniu os seus discípulos e disse-lhes: “Tenho piedade desta multidão: eis que há três dias está perto de mim e não tem nada para comer. Não quero despedi-la em jejum, para que não desfaleça no caminho”.

quinta-feira, 5 de março de 2026

 


São Mateus, 15


16.Jesus respondeu: “Sois também vós de tão pouca compreensão?

17.Não compreendeis que tudo o que entra pela boca vai ao ventre e depois é lançado num lugar secreto?

18.“Ao contrário, aquilo que sai da boca provém do coração, e é isso o que mancha o homem.

19.Porque é do coração que provêm os maus pensamentos, os homicídios, os adulté­rios, as impurezas, os furtos, os falsos testemunhos, as calúnias.

20.Eis o que mancha o homem. Comer, porém, sem ter lavado as mãos, isso não mancha o homem”.

21.Jesus partiu dali e retirou-se para os arredores de Tiro e Sidônia.

22.E eis que uma cananeia, origi­nária daquela terra, gritava: “Se­nhor, filho de Davi, tem piedade de mim! Minha filha está cruelmente atormentada por um demônio”.

quarta-feira, 4 de março de 2026

 



São Mateus, 15


7.Hipócritas! É bem de vós que fala o profeta Isaías:

8.Este povo somente me honra com os lábios; seu coração, porém, está longe de mim.

9.Vão é o culto que me prestam, porque ensinam preceitos que só vêm dos homens!”. (Is 29,13).

10.Depois, reuniu os assistentes e disse-lhes:

11.“Ouvi e compreendei. Não é aquilo que entra pela boca que mancha o homem, mas aquilo que sai dele. Eis o que mancha o homem”.

12.Então, se aproximaram dele seus discípulos e disseram-lhe: “Sabes que os fariseus se escanda­lizaram com as palavras que ouviram?”.

13.Jesus respondeu: “Toda planta que meu Pai celeste não plantou será arrancada pela raiz.

14.Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala”.

15.Tomando então a palavra, Pedro disse: “Explica-nos esta parábola”.

terça-feira, 3 de março de 2026

 


São Mateus, 15


1.  Alguns fariseus e escribas de Jeru­salém vieram um dia ter com Jesus e lhe disseram:


2.“Por que transgridem teus discípulos a tradição dos antigos? Nem mesmo lavam as mãos antes de comer”.

3.Jesus respondeu-lhes: “E vós, por que violais os preceitos de Deus, por causa de vossa tradição?

4.Deus disse: Honra teu pai e tua mãe; aquele que amaldiçoar seu pai ou sua mãe será castigado de morte (Ex 20,12; 21,17).

5.Mas vós dizeis: Aquele que disser a seu pai ou a sua mãe: ‘aquilo com que eu vos poderia assistir já ofereci a Deus’,*

6.esse já não é obrigado a socorrer de outro modo a seus pais. Assim, por causa de vossa tradição, anulais a Palavra de Deus.

segunda-feira, 2 de março de 2026

 



São Mateus, 14

25.Pela quarta vigília da noite, Jesus veio a eles, caminhando sobre o mar.*

26.Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: “É um fantasma!” – disseram eles –, soltando gritos de terror.

27.Mas Jesus logo lhes disse: “Tranquilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!”.

28.Pedro tomou a palavra e falou: “Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti!”.

29.Ele disse-lhe: “Vem!”. Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus.

30.Mas, redobrando a violência do vento, teve medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”.

31.No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”.

32.Apenas tinham subido para a barca, o vento cessou.

33.Então, aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: “Tu és verdadeiramente o Filho de Deus.”

34.E, tendo atravessado, chegaram a Gene­sa­­ré.

35.As pessoas do lugar o reconheceram e mandaram anunciar por todos os arredores. Apresentaram-lhe, então, todos os doentes,

36.rogando-lhe que ao menos deixasse tocar na orla de sua veste. E, todos aqueles que nele tocaram, foram curados.

domingo, 1 de março de 2026

 



São Mateus, 14

15.Caía a tarde. Agrupados em volta dele, os discípulos disseram-lhe: “Este lugar é deserto e a hora é avançada. Despede esta gente para que vá comprar víveres na aldeia”. 16 Jesus, porém, respondeu: “Não é necessário: dai-lhe vós mesmos de comer”. –

17.“Mas” – disseram eles – “nós não temos aqui mais que cinco pães e dois peixes.” –

18.“Trazei-mos” – disse-lhes ele.

19.Mandou, então, a multidão assentar-se na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, elevando os olhos ao céu, abençoou-os. Partindo em seguida os pães, deu-os aos seus discípulos, que os distribuíram ao povo.

20.Todos comeram e ficaram fartos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram doze cestos cheios.

21.Ora, os convivas foram aproximadamente cinco mil homens, sem contar as mulheres e crianças.

22.Logo depois, Jesus obrigou seus discípulos a entrar na barca e a passar antes dele para a outra margem, enquanto ele despedia a multidão.

23.Feito isso, subiu à montanha para orar na solidão. E, chegando a noite, estava lá sozinho.

24.Entretanto, já a boa distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

 Bom dia!



São Mateus, 14

10.e mandou decapitar João na sua prisão.

11.A cabeça foi trazida num prato e dada à moça, que a entregou à sua mãe.

12.Vieram, então, os discípulos de João transladar seu corpo, e o enterraram. Depois foram dar a notícia a Jesus.

13.A essa notícia, Jesus partiu dali numa barca para se retirar a um lugar deserto, mas o povo soube e a multidão das cidades o seguiu a pé.

14.Quando desembarcou, vendo Jesus essa numerosa multidão, moveu-se de compaixão para ela e curou seus doentes.

15.Caía a tarde. Agrupados em volta dele, os discípulos disseram-lhe: “Este lugar é deserto e a hora é avançada. Despede esta gente para que vá comprar víveres na aldeia”. 16 Jesus, porém, respondeu: “Não é necessário: dai-lhe vós mesmos de comer”. –

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

 



São Mateus, 14


1.1. Por aquela mesma época, o tetrarca Hero­des ouviu falar de Jesus.*

2.E disse aos seus cortesãos: “É João Batista que ressuscitou. É por isso que ele faz tantos milagres.”

3.Com efeito, Herodes havia mandado prender e acorrentar João, e o tinha mandado meter na prisão por causa de Herodíades, esposa de seu irmão Filipe.

4.João lhe tinha dito: “Não te é permitido tomá-la por mulher!”.

5.De boa mente o mandaria matar; temia, porém, o povo que considerava João um profeta.

6.Mas, na festa de aniversário de nascimento de Herodes, a filha de Herodíades dançou no meio dos convidados e agradou a Herodes.

7.Por isso, ele prometeu com juramento dar-lhe tudo o que lhe pedisse.

8.Por instigação de sua mãe, ela respondeu: “Dá-me aqui, neste prato, a cabeça de João Batista”.

9.O rei entristeceu-se, mas, como havia jurado diante dos convidados, ordenou que lha dessem;

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026



São Mateus, 13

 50.  e os arrojarão na fornalha, onde haverá choro e ranger de dentes.

51.Compreendestes tudo isso? – Sim, Senhor – responderam eles.

52.Por isso, todo escri­ba instruído nas coisas do Reino dos Céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas.”

53.Após ter exposto as parábolas, Jesus partiu.

54.Foi para a sua cidade e ensinava na sinagoga, de modo que todos diziam admirados: “Donde lhe vem esta sabedoria e esta força miraculosa?

55.Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?

56.E suas irmãs, não vivem todas entre nós? Donde lhe vem, pois, tudo isso?”.

57.E não sabiam o que dizer dele. Disse-lhes, porém, Jesus: “É só em sua pátria e em sua família que um profeta é menosprezado”.

58.E, por causa da falta de confiança deles, operou ali poucos milagres.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

 


São Mateus, 13


40.E assim como se recolhe o joio para jogá-lo no fogo, assim será no fim do mundo.

41.O Filho do Homem enviará seus anjos, que retirarão de seu Reino todos os escândalos e todos os que fazem o mal

42.e os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes.

43.Então, no Reino de seu Pai, os justos resplandecerão como o sol. Aquele que tem ouvidos, ouça”.

44.“O Reino dos Céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo.

45.O Reino dos Céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas.*

46.Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra.

47.O Reino dos Céus é seme­lhante ainda a uma rede que, jogada ao mar, recolhe peixes de toda espécie.

48.Quando está repleta, os pescadores puxam-na para a praia, sentam-se e separam nos cestos o que é bom e jogam fora o que não presta.

49.Assim será no fim do mundo: os anjos virão separar os maus do meio dos justos

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

 


São Mateus, 13


25.Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu.

26.O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio.

27.Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: ‘Se­nhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?’.

28.Disse-lhes ele: ‘Foi um inimigo que fez isto!’. Replicaram-lhe: ‘Queres que vamos e o arranquemos?’.

29.‘Não’ – disse ele –; arrancando o joio, arriscais tirar também o trigo.

30.Deixai-os crescer juntos até a colhei­ta. No tempo da colhei­ta, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro’.”

31.Em seguida, propôs-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é comparado a um grão de mostarda que um homem toma e semeia em seu campo.

32.É esta a menor de todas as sementes, mas, quando cresce, torna-se um arbusto maior que todas as hortaliças, de sorte que os pássaros vêm aninhar-se em seus ramos”.*

33.Disse-lhes, por fim, esta outra parábola: “O Reino dos Céus é comparado ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha e que faz fermentar toda a massa”.*

34.Tudo isso disse Jesus à multidão em forma de parábola. De outro modo não lhe falava,

40.E assim como se recolhe o joio para jogá-lo no fogo, assim será no fim do mundo.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

 

20.     O solo pedregoso em que ela caiu é aquele que acolhe com alegria a palavra ouvida,

21.mas não tem raízes, é inconstante: sobrevindo uma tribulação ou uma perseguição por causa da palavra, logo encontra uma ocasião de queda.

22.O terreno que recebeu a semente entre os espinhos representa aquele que ouviu bem a palavra, mas nele os cuidados do mundo e a sedução das riquezas a sufocam e a tornam infrutuosa.

23.A terra boa semeada é aquele que ouve a palavra e a compreende, e produz fruto: cem por um, sessenta por um, trinta por um.”

24.Jesus propôs-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo.




sábado, 21 de fevereiro de 2026

 






São Mateus, 13


14.Assim se cumpre para eles o que foi dito pelo profeta Isaías: Ouvireis com vossos ouvidos e não entendereis, olhareis com vossos olhos e não vereis,

15.porque o coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare (Is 6,9s).

16.Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque veem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem!

17.Eu vos declaro, em verdade: muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não ouviram”.

18.“Ouvi, pois, o sentido da pará­bola do semeador:

19.quando um homem ouve a palavra do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semea­do no seu coração. Este é aquele que recebeu a semente à beira do caminho.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

 

josecarlosdopv
A expressão “família conservadora” não é neutra. Ela transforma um arranjo social em marcador ideológico.

Família é núcleo de cuidado, proteção e responsabilidade mútua. Ao acrescentar “conservadora”, cria-se uma fronteira moral: existe a família legítima e as demais, vistas como desvio. Não é descrição sociológica, é hierarquização política.

Esse rótulo cumpre duas funções. Primeiro, simplifica um fenômeno complexo. O Brasil real é feito de famílias monoparentais, avós que criam netos, casais recompostos, lares chefiados por mulheres, arranjos extensos e múltiplas formas de convivência. Reduzir isso a um modelo único ignora a realidade concreta.

Segundo, desloca o debate material para o campo moral. Em vez de discutir renda, emprego, moradia, creche e tempo de qualidade, discute-se comportamento e costumes. A palavra “conservadora” funciona como escudo simbólico: quem questiona o modelo é acusado de atacar a família em si.

O problema não é defender família. É usar a família como instrumento de exclusão e mobilização identitária.

Se a preocupação é proteger crianças e fortalecer vínculos, a discussão deveria começar por políticas públicas e condições de vida. Sem base material, a defesa da “família conservadora” vira apenas retórica moral que mascara conflitos sociais mais profundos.

  São Mateus, 20 1.   Com efeito, o Reino dos Céus é semelhan­te a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operári...