Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César

Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César
É aqui onde eu me escondo do vento, me abrigo da chuva, invento canções pra passar o tempo e deixo a brisa me levar. Aqui eu conto histórias, revivo memórias, me espreguiço em lençóis antigos, carregados de saudade, escrevo poesia num papel de pão. Aqui eu fiz um canteiro com minhas flores preferidas, pendurei vasinhos verdes com ramas mais verdes ainda. Tem onze horas abertas, fumaça de café fresco e uma rede pra balançar. Aqui é o meu canto, meu mundo, meu remanso. Este é o meu lugar. -Eunice Ramos.

domingo, 1 de março de 2026

 



São Mateus, 14

15.Caía a tarde. Agrupados em volta dele, os discípulos disseram-lhe: “Este lugar é deserto e a hora é avançada. Despede esta gente para que vá comprar víveres na aldeia”. 16 Jesus, porém, respondeu: “Não é necessário: dai-lhe vós mesmos de comer”. –

17.“Mas” – disseram eles – “nós não temos aqui mais que cinco pães e dois peixes.” –

18.“Trazei-mos” – disse-lhes ele.

19.Mandou, então, a multidão assentar-se na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, elevando os olhos ao céu, abençoou-os. Partindo em seguida os pães, deu-os aos seus discípulos, que os distribuíram ao povo.

20.Todos comeram e ficaram fartos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram doze cestos cheios.

21.Ora, os convivas foram aproximadamente cinco mil homens, sem contar as mulheres e crianças.

22.Logo depois, Jesus obrigou seus discípulos a entrar na barca e a passar antes dele para a outra margem, enquanto ele despedia a multidão.

23.Feito isso, subiu à montanha para orar na solidão. E, chegando a noite, estava lá sozinho.

24.Entretanto, já a boa distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.

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