Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César

Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César
É aqui onde eu me escondo do vento, me abrigo da chuva, invento canções pra passar o tempo e deixo a brisa me levar. Aqui eu conto histórias, revivo memórias, me espreguiço em lençóis antigos, carregados de saudade, escrevo poesia num papel de pão. Aqui eu fiz um canteiro com minhas flores preferidas, pendurei vasinhos verdes com ramas mais verdes ainda. Tem onze horas abertas, fumaça de café fresco e uma rede pra balançar. Aqui é o meu canto, meu mundo, meu remanso. Este é o meu lugar. -Eunice Ramos.

terça-feira, 10 de março de 2026

 


São Mateus, 16


7.Eles pensavam: “É que não trouxemos pão...”.

8.Jesus, penetrando nos seus pensamentos, disse-lhes: “Homens de pouca fé! Por que julgais que vos falei por não terdes pão?

9.Ainda não compreendeis? Nem vos lembrais dos cinco pães e dos cinco mil homens, e de quantos cestos recolhestes?

10.Nem dos sete pães para os quatro mil homens e de quantos cestos enchestes?

11.Por que não compreendeis que não é do pão que eu vos falava, quando vos disse: Guardai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus?”.

12.Então, entenderam que não dissera que se guardassem do fermento do pão, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus.

13.Chegando ao território de Cesareia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: “No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?”.

14.Responderam: “Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas”.

15.Disse-lhes Jesus: “E vós quem dizeis que eu sou?”

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