São Mateus, 12
13.Disse, então, àquele homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e ela tornou-se sã como a outra.
14.Os fariseus saíram dali e deliberaram sobre os meios de o matar.
15.Jesus soube disso e afastou-se daquele lugar. Uma grande multidão o seguiu, e ele curou todos os seus doentes.
16.Proibia-lhes formalmente falar disso,
17.para que se cumprisse o anunciado pelo profeta Isaías:
18.Eis o meu servo a quem escolhi, meu bem-amado em quem minha alma pôs toda a sua afeição. Farei repousar sobre ele o meu Espírito e ele anunciará a justiça aos pagãos.
19.Ele não disputará, não elevará sua voz; ninguém ouvirá sua voz nas praças públicas.
20.Não quebrará o caniço rachado, nem apagará a mecha que ainda fumega, até que faça triunfar a justiça.
21.Em seu nome as nações pagãs porão sua esperança (Is 42,1-4).
22.Apresentaram-lhe, depois, um possesso cego e mudo. Jesus o curou de tal modo, que este falava e via.
23.A multidão, admirada, dizia: “Não será este o filho de Davi?”.

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