Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César

Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César
É aqui onde eu me escondo do vento, me abrigo da chuva, invento canções pra passar o tempo e deixo a brisa me levar. Aqui eu conto histórias, revivo memórias, me espreguiço em lençóis antigos, carregados de saudade, escrevo poesia num papel de pão. Aqui eu fiz um canteiro com minhas flores preferidas, pendurei vasinhos verdes com ramas mais verdes ainda. Tem onze horas abertas, fumaça de café fresco e uma rede pra balançar. Aqui é o meu canto, meu mundo, meu remanso. Este é o meu lugar. -Eunice Ramos.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

 





São Mateus, 8







.1.        Tendo Jesus descido da montanha, uma grande multidão o seguiu.



2.Eis que um leproso aproximou-se e prostrou-se dian­te dele, dizendo: “Senhor, se queres, podes curar-me”.

3.Jesus estendeu a mão, tocou-o e disse: “Eu quero, sê curado”. No mesmo instante, a lepra desapareceu.

4.Jesus então lhe disse: “Vê que não o digas a ninguém. Vai, porém, mostrar-te ao sacerdote e oferece o dom prescrito por Moisés em testemunho de tua cura”.*

5.Entrou Jesus em Cafarnaum. Um centu­rião veio a ele e lhe fez esta súplica:

6.“Senhor, meu servo está em casa, de cama, paralítico, e sofre muito”.

7.Disse-lhe Jesus: “Eu irei e o curarei”.

8.Respondeu o centurião: “Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa. Dizei uma só palavra e meu servo será curado.

9.Pois eu também sou um subordinado e tenho soldados às minhas ordens. Eu digo a um: “Vai, e ele vai; a outro: Vem, e ele vem; e a meu servo: Faze isto, e ele o faz...”.*

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