1.
2.Feliz o homem a quem o Senhor não argúi de falta, e em cujo coração não há dolo.*
3.Enquanto me conservei calado, meus ossos se mirraram, entre contínuos gemidos.
4.Pois, dia e noite, vossa mão pesava sobre mim; minhas forças se esgotavam as forças como nos ardores do verão.
5.Então eu vos confessei o meu pecado, e não mais dissimulei a minha culpa. Disse: “Sim, vou confessar ao Senhor a minha iniquidade”. E vós perdoastes a pena do meu pecado.
6.Assim também todo fiel recorrerá a vós, no momento da necessidade. Quando transbordarem muitas águas, elas não chegarão até ele.
7.Vós sois meu asilo, das angústias me preservareis e me envolvereis na alegria de minha salvação.
8.“Vou te ensinar – dizeis –, vou te mostrar o caminho que deves seguir; vou te instruir, fitando em ti os meus olhos:

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