Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César

Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César
É aqui onde eu me escondo do vento, me abrigo da chuva, invento canções pra passar o tempo e deixo a brisa me levar. Aqui eu conto histórias, revivo memórias, me espreguiço em lençóis antigos, carregados de saudade, escrevo poesia num papel de pão. Aqui eu fiz um canteiro com minhas flores preferidas, pendurei vasinhos verdes com ramas mais verdes ainda. Tem onze horas abertas, fumaça de café fresco e uma rede pra balançar. Aqui é o meu canto, meu mundo, meu remanso. Este é o meu lugar. -Eunice Ramos.

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

 




Daniel, 1




 1. No terceiro ano do reinado de Joaquin, rei de Judá, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio sitiar Jerusalém.

2. O Senhor entregou-lhe Joaquin, rei de Judá, bem como parte dos objetos do templo, que Nabucodonosor transportou para a terra de Senaar, para o templo de seu deus: foi na sala do tesouro do templo de seu deus que ele os colocou.

3. O rei deu ordem ao chefe de seus eunucos, Asfenez, para trazer-lhe jovens israelitas, oriundos de raça real ou de família nobre,

4. isentos de qualquer defeito corporal, bem proporcionados, dotados de toda espécie de boas qualidades, ins­truídos, inteligentes, aptos a ingressarem nos serviços do palácio real; deveria ser ensinado a eles a literatura e a língua dos caldeus.*

5. O rei destinou-lhes uma provisão cotidiana, retirada das iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia. A formação deles devia durar três anos, após o que entrariam a serviço do rei.

6. Entre eles, encontravam-se alguns judeus: Da­niel, Hananias, Misael e Azarias.

7. O chefe dos eunucos deu-lhes outros nomes: a Daniel, o de Baltazar; a Hananias, o de Sidrac; a Misael, o de Misac; e a Azarias, o de Abdênago.*

8. Daniel tomou a resolução de não se contaminar com os alimentos do rei e com seu vinho. Pediu ao chefe dos eunucos para deles se abster.*

9. Este, graças a Deus, tomado de benevolência para com Daniel, atendeu-o de boa vontade,

10. mas disse-lhe: “Temo que o rei, meu senhor, que estabeleceu vossa alimentação e vossa bebida, venha a notar vossas fisionomias mais abatidas do que as dos outros jovens de vossa idade, e que por vossa causa eu me exponha a uma repreensão da parte do rei”.


11.
Mas Daniel disse ao dispenseiro a quem o chefe dos eunucos havia confiado o cuidado de Daniel, Hananias, Misael e Azarias:

12. “Rogo-te, faze uma experiência de dez dias com teus servos: que só nos sejam dados legumes a comer e água a beber.

13. Depois, então, compararás nossos semblantes com os dos jovens que se alimentam com as iguarias da mesa real, e farás com teus servos segundo o que terás observado”.

14. O dispenseiro concordou com essa proposta e os submeteu à prova durante dez dias.

15. No final desse prazo, averiguou-se que tinham melhor aparência e estavam mais gordos do que todos os jovens que comiam das iguarias da mesa real.

16. Em consequência disso, o dispenseiro retirava os alimentos e o vinho que lhes eram destinados e mandava servir-lhes legumes.

17. A esses quatro jovens, Deus concedeu talento e saber no domínio das letras e das ciências. Daniel era particularmente entendido na interpretação de visões e sonhos.

18. Ao fim do prazo fixado pelo rei para a apresentação, o chefe dos eunucos introduziu-os na presença de Nabucodonosor,

19. o qual palestrou com eles. Entre todos os jovens nenhum houve que se comparasse a Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Por isso, entraram eles a serviço do rei.

20. Em qualquer negócio que necessitasse de sabedoria e sutileza, e que o rei os consultasse, este achava-os dez vezes superiores a todos os escribas e mágicos do reino.

21. Assim viveu Daniel até o primeiro ano do reinado de Ciro.


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