Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César

Deus me protejaim e da maldade de ge de mnte boa. Chico César
É aqui onde eu me escondo do vento, me abrigo da chuva, invento canções pra passar o tempo e deixo a brisa me levar. Aqui eu conto histórias, revivo memórias, me espreguiço em lençóis antigos, carregados de saudade, escrevo poesia num papel de pão. Aqui eu fiz um canteiro com minhas flores preferidas, pendurei vasinhos verdes com ramas mais verdes ainda. Tem onze horas abertas, fumaça de café fresco e uma rede pra balançar. Aqui é o meu canto, meu mundo, meu remanso. Este é o meu lugar. -Eunice Ramos.

sábado, 26 de julho de 2025

 



Jeremias, 21

12. Casa de Davi, eis o que diz o Senhor: Praticai a justiça desde o nascer do dia, livrai o oprimido das mãos do opressor, para que meu furor não se inflame como o fogo, braseiro que não se pode extinguir, por causa da maldade de vosso procedimento.

13. Eis-me aqui contra ti, habitante do vale, rochedo que dominas a planície. A vós que dizeis: “Quem nos virá atacar? Quem penetrará em nossos refúgios?”.

14. Eu vos castigarei – oráculo do Senhor –, deitarei fogo à sua floresta e seus arredores serão devorados.

 

São Mateus, 25

19. Muito tempo depois, o senhor daqueles servos voltou e pediu-lhes contas.

20. O que recebeu cinco talen­tos aproximou-se e apresentou outros cinco: ‘Senhor’ – disse-lhe –, ‘confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei’.

21. Disse-lhe seu senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor’.

22. O que recebeu dois talentos adiantou-se também e disse: ‘Se­nhor, confias­te-me dois talentos; eis aqui os dois outros que lucrei’.

23. Disse-lhe seu senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor’.

24. Veio, por fim, o que recebeu só um talento: ‘Senhor, disse-lhe, sabia que és um homem duro, que colhes onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste.

25. Por isso, tive medo e fui esconder teu talento na terra. Eis aqui, toma o que te pertence’.

26. Respondeu-lhe seu senhor: ‘Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei e que recolho onde não espalhei.

27. Devias, pois, levar meu dinheiro ao banco e, à minha volta, eu receberia com os juros o que é meu.

28. Tirai-lhe este talento e dai-o ao que tem dez.

29. Será dado ao que tem e terá em abundância. Mas ao que não tem será tirado mesmo aquilo que julga ter.

30. E a esse servo inútil, jogai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes’.”

31. “Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, se sentará no seu trono glorioso.

32. Todas as nações se reu­nirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.

33. Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.

34. Então, o Rei dirá aos que estão à direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo,

35. porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era pere­grino e me acolhestes;

36. nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim’.

37. Os justos lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber?

38. Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos?

39. Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?’.

40. Responderá o Rei: ‘Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isso a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.’

41. Ele se voltará em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: ‘Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos.*

42. Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber;

43. era peregrino e não me acolhes­tes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes’.

44. Também estes lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos?’.

45. E ele responderá: ‘Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes peque­ninos, foi a mim que o dei­xastes de fazer’.

46. “E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna.”

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